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 Propina Milionária,
15 de Maio, 2017 - 07:57
Na época de Silval : MT integrado paralisou obras por de pagamento de propina de 50 mihões. Diz Nadaf.
     

 A paralisação das obras do programa MT Integrado teriam ocorrido devido ao atraso no pagamento das 14 parcelas de propina destinadas pelo ex-governador Silval Barbosa a cinco conselheiros do Tribunal de Contas. É o que revela o ex-secretário de Indústria e Comércio e da Casa Civil Pedro Nadaf em depoimento prestado ao Gaeco em 5 de setembro de 2016.Nadaf relata que houve uma reunião em 2014 entre ele, o ex-secretário estadual de Planejamento Arnaldo Alves e os conselheiros Sérgio Ricardo (afastado por decisão judicial) e José Carlos Novelli no TCE, ocasião em que assumiram o compromisso em nome do então governador de viabilizar o mais rápido possível o pagamento da propina que Silval devia aos conselheiros. Conforme o ex-secretário, receberam a propina os conselheiros Sérgio Ricardo, José Carlos Novelli, Valter Albano, Antonio Joaquim e Waldir Teis, no valor de R$ 50 milhões para aprovar as contas do ex-governador.


Delação de Pedro Nadaf ao falar sobre ação de conselheiro do TCE por  atrasos no repasse de propina


“[...] tiveram que fazer essa reunião, pois em razão do atraso nos pagamentos dessas propinas, as obras e pagamento do MT Integrado haviam sido paralisadas pelo TCE a fim de pressionar o governo a quitar o débito ilícito”, diz trecho do termo de declarações. Ainda conforme o ex-secretário, com base nessa reunião, dias depois o TCE liberou a continuidade das obras e a partir de então a suposta organização criminosa passou a buscar recursos ilícitos oriundos de dinheiro desviado do Estado.


De fato, em 3 de setembro de 2014 o Tribunal de Contas suspendeu todos os pagamentos a serem feitos pela secretaria de estado de Transporte e Pavimentação Urbana (Setpu) referentes a 14 editais do Programa MT Integrado por descumprimento do Termo de Ajustamento de Gestão (TAG) celebrado entre o ambos em abril de 2013. A decisão cautelar partiu do conselheiro Sérgio Ricardo por meio de uma representação interna da secretaria de Controle Externo de Obras e Serviços de Engenharia, designada para o acompanhamento da execução do TAG.


No dia 16 daquele mesmo mês, o TCE homologou a decisão. Os auditores do órgão analisaram os documentos e identificaram diversas irregularidades que demonstraram restrição à concorrência, ausência de transparência pela não utilização de todos os meios de comunicação, falhas graves nos projetos de engenharia e, ainda, potencial contratação de bens e serviços com preços comprovadamente superiores ao de mercado, no total de mais de R$ 49 milhões.


Posteriormente, em novembro, as obras foram liberadas e retomadas.

Fonte: RD NEWS.
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