Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

Bem vindo ao Nortão News, Juara 23 de Outubro de 2017
Quem Somos   I   Contato
  INÍCIO  
  NOTÍCIAS  
  EVENTOS  
  VÍDEOS  
  ARTIGOS  
  FAVORITOS  
 Pedido de Ressarcimento.
4 de Agosto, 2017 - 13:35
MPE pede devolução de R$ 15 milhões em ação contra organização criminosa liderada por Silval.
     

 O Ministério Público de Mato Grosso requer o ressarcimento de R$ 15 milhões na mais nova Ação Civil Pública em face do ex-governador Silval Barbosa e mais 10 pessoas. O processo foi proposto na última terça-feira (01) em conseqüência da quarta fase da Operação Sodoma, pelo desvio de dinheiro realizado por meio de uma das três desapropriações milionárias pagas pelo governo Silval Barbosa durante o ano de 2014.


 Leia mais:


MPE denuncia por enriquecimento ilícito Silval e mais 10 acusados em desvio


Consta na petição inicial os seguintes requerimentos do órgão ministerial: perda da função pública que exerçam ou venham a exercer até o trânsito em julgado da sentença; II – suspensão dos direitos políticos pelo período de dez anos; III – pagamento de multa civil no montante de até três vezes o valor do acréscimo patrimonial e proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de dez anos; IV – A condenação ao ressarcimento integral e corrigido do montante desviado dos cofres do Estado de Mato Grosso, qual seja R$ 15.857.125,50.


 O órgão ministerial já havia proposto ação na esfera criminal no ano de 2016. São réus no processo civil o ex-governador Silval Barbosa, Pedro Nadaf, Francisco Gomes de Andrade Lima, Marcel de Cursi, Arnaldo Alves de Souza, Silvio Cezar Correa Araujo, Levi Machado, Alan Malouf, Valdir Piran, Filinto Muller e Antonio Carlos Milas.


 


Em relação ao processo criminal, foram suprimidos na ação civil pública os nomes de Afonso Dalberto, ex-secretário do Instituto de Terras de Mato Grosso, e João Justino Paes da Barros, ex-presidente da Companhia Mato-Grossense de Mineração.


As diligências realizadas evidenciaram que o pagamento da desapropriação do imóvel conhecido por Jardim Liberdade, localizado nas imediações do Bairro Osmar Cabral, na capital, no valor total de R$ 31.715.000,00 à empresa Santorini Empreendimentos Imobiliários Ltda, proprietária do imóvel, se deu pelo propósito específico de desviar dinheiro público do Estado de Mato Grosso em benefício da organização criminosa liderada pelo ex-governador Silval da Cunha Barbosa.


De todo o valor pago pelo Estado pela desapropriação, metade, ou seja, R$ 15.857.000,00 retornaram via empresa SF Assessoria e Organização de Eventos, de Propriedade de Filinto Muller em prol do grupo criminoso.


De acordo com a investigação, a maior parte do dinheiro desviado no montante de R$ 10.000.000,00 (dez milhões de reais) pertencia a Silval Barbosa, ao passo que o remanescente foi dividido entre os demais participantes.

Fonte: O.D
* O NortãoNews não se responsabiliza por comentários postados abaixo!
 0 Comentários  |  Comente esta matéria!
 Mais Notícias
22/10/2017
21/10/2017
20/10/2017
19/10/2017
 menos  1   2   3   4   5   6   7   mais 
 Enquete

 Artigos
  INÍCIO  
 
  NOTÍCIAS  
 
  EVENTOS  
 
  VÍDEOS  
 
  ARTIGOS  
 
  FAVORITOS  
© 2017 - Todos direitos reservados