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 Mercado do Milho.
4 de Janeiro, 2018 - 17:00
Milho: Sem novidades, mercado inicia pregão desta 5ª feira com ligeiras desvalorizações na Bolsa de Chicago.
     

 ( Cidadão participe da enquete ao lado desta matéria, e de sua opinião sobre a CPI criada pela Câmara Municipal de Juara ) :


As cotações futuras do milho negociadas na Bolsa de Chicago (CBOT) iniciaram o pregão desta quinta-feira (4) com ligeiras perdas. As principais posições do cereal exibiam quedas de 0,50 pontos, perto das 9h16 (horário de Brasília). O vencimento março/18 era cotado a US$ 3,52 por bushel, enquanto o maio/18 operava a US$ 3,60 por bushel.


O mercado dá continuidade ao movimento negativo registrado no anterior. No quadro fundamental, o foco segue no comportamento do clima na Argentina. As previsões climáticas ainda indicam tempo quente e seco nos próximos dias no país.


De acordo com a corretora Carley Garnem da DeCarley Trading, "o La Niña, responsável pela decolagem dos preços em 2012 pode fazer uma aparição em 2018. Caso isso se confirme, os preços - principalmente do milho, da soja e do trigo - podem encontrar estímulo e volatilidade".


Veja como fechou o mercado nesta quarta-feira:


Milho: Com movimentação técnica, mercado recua e fecha sessão desta 4ª feira com leve queda em Chicago


Os preços futuros do milho negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) recuaram na sessão desta quarta-feira (3). Após testar os dois lados da tabela, as principais posições da commodity finalizaram o dia com quedas de 0,25 pontos. O vencimento março/18 encerrou o dia a US$ 3,53 por bushel, enquanto o maio/18 era negociado a US$ 3,61 por bushel. "Os futuros do milho enfraqueceram depois de tocar a máxima de quatro semanas, com tentativas de rally sufocadas pelas vendas técnicas", destacou a Reuters internacional. Os investidores realizaram lucros depois das altas registradas recentemente.


No quadro fundamental, o comportamento do clima na Argentina continua no radar dos participantes do mercado. As previsões climáticas ainda indicam tempo mais quente e seco nos próximos dez dias no país. E os produtores ainda não finalizaram a semeadura do grão.


Paralelamente, Benson Quinn Commodities, ressalta que "também é preocupante o clima econômico na Argentina". "Uma deterioração econômica contínua parece levar a taxas mais altas de inflação e taxas de juros. Incertezas que levam os produtores a serem vendedores relutantes", completa o especialista.


Além disso, os especialistas ainda avaliam a influência do La Niña na formação dos preços. "O fenômeno, responsável pela decolagem dos preços em 2012 pode fazer uma aparição em 2018. Caso isso se confirme, os preços - principalmente do milho, da soja e do trigo - podem encontrar estímulo e volatilidade", disse a corretora Carley Garnem da DeCarley Trading.


Contudo, a corretora ainda reforça que o impacto do fenômeno pode não ser o mesmo do que o ocorrido em 2012, já que depois desse período o mundo registrou alguns anos de boas safras e condições climáticas mais favoráveis em importantes regiões produtoras de grãos.


Mercado interno


 


Mais uma vez, as cotações do milho praticadas no mercado doméstico tiveram um dia de estabilidade. De acordo com levantamento realizado pelo economista do Notícias Agrícolas, André Lopes, em Castro (PR) a saca caiu 1,69% e terminou o dia a R$ 29,00. Já em Assis (SP), a alta foi de 1,15%, com a saca a R$ 26,30.


No Porto de Paranaguá, a saca disponível permaneceu estável em R$ 32,00. No terminal de Rio Grande, o valor futuro fechou a quarta-feira a R$ 29,50 a saca.


O mercado ainda está retomando as negociações nesse início de ano. No caso do mercado doméstico, as atenções estão voltadas ao desenvolvimento da safra de verão, especialmente no Rio Grande do Sul.


Em seu último boletim informativo, a Emater/RS destacou que " falta de umidade deste período deverá causar redução da produtividade em várias áreas de lavouras, pois se observam espigas com falhas de grãos e ausência no terço superior das espigas".


Outro foco do mercado é o andamento das exportações. No acumulado da temporada, os embarques somam 27,8 milhões de toneladas, número ainda abaixo do projetado de 30 milhões de toneladas, conforme projeção da Anec (Associação Nacional dos Exportadores de Cereais). O ano comercial compreende o período de janeiro de 2017 até fevereiro de 2018.


Dólar


O dólar recuou 0,73% nesta quarta-feira e terminou o pregão a R$ 3,2364 na venda. "O câmbio recuou em sintonia com a trajetória da moeda norte-americana no exterior em dia de agenda doméstica esvaziada".

Fonte: P do A.
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