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 Mercado da Soja.
11 de Abril, 2018 - 14:26
Soja: Mercado sobe em Chicago ainda refletindo os últimos números do USDA
     

 Os futuros da commodity hoje, registravam altas de 5,50 a 7,50 pontos, com o maio/18 sendo cotado aos US$ 10,57 por bushel. Após encerrar a sessão anterior com estabilidade, os preços da soja voltam a subir na Bolsa de Chicago nesta quarta-feira (11). Os futuros da commodity, por volta de 7h50 (horário de Brasília), registravam altas de 5,50 a 7,50 pontos, com o maio/18 sendo cotado aos US$ 10,57 por bushel. Segundo explicam analistas internacionais, o mercado ainda reage aos últimos números trazidos pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) em seu boletim mensal de oferta e demanda trazido ontem.


A redução dos estoques finais norte-americanos de soja, bem como os globais, dá espaço para esse avanço das cotações, tal qual um corte de 7 milhões de toneladas na produção da Argentina e de 6 milhões na safra mundial. Assim, como explicam os especialistas, diante destes números menores e de uma demanda que segue crescendo, as preocupações com a nova safra norte-americana, portanto, são maiores e já estimulam mais especulações entre os traders da CBOT.


Ao mesmo tempo, a disputa comercial que segue entre China e Estados Unidos continua atuando sobre a formação das cotações, o que acaba tirando parte de força de números como os trazidos pelo USDA ontem.


"Os mercados de grãos estão procurando por pelo novo catalisador que irá direcionar os preços. Será clima, política, demanda ou preocupação com os estoques?", diz o boletim diário da consultoria Allendale, Inc. "Com os dados do USDA já conhecidos, os futuros dos grãos e da oleaginosa terão de se focar em outros fatores. Afinal, os rallies de preços serão o que fará os produtores americanos semeares mais acres de soja ou de milho a partir de agora", completa o reporte.


O mercado já sabe também que a questão climática no Corn Belt nos próximos meses será o acelerador da volatilidade dos negócios em Chicago, principalmente as especulações sobre um possível atraso do início do plantio que já começa a ser discutido.


Veja como fechou o mercado nesta terça-feira:


Soja em Chicago reage com relatório do USDA, mas não tem força para sustentar as altas


Preços da soja encerram com ganhos inferiores a 3 pontos nos primeiros vencimentos


O pregão desta terça-feira (10) teve um encerramento positivo aos preços da soja negociados na Bolsa de Chicago (CBOT), porém longe das máximas verificadas ao longo da sessão. As principais posições da oleaginosa encerraram o dia com altas entre 2 e 4 pontos com maio/18 cotado a US$ 10,49 por bushel,alta de 2,75 pts, julho/18 finalizado a US$ 10,60 por bushel e elevação de 2,75 pts e o vencimento setembro/19 subindo 4 pts cotado a US$ 10,52 por bushel.


Antes mesmo da divulgação do relatório mensal de oferta e demanda do USDA ( Departamento de Agricultura do EUA) os preços registravam alta com a informação de que a Argentina teria comprado 120 mil toneladas de soja americana e outros destinos consumido mais 250 mil toneladas, um alento para as vendas do grão nos EUA que seguem atrasadas.


Com os números do relatório apontando para uma redução nos estoques americanos, movimento contrário ao esperado pelo mercado, os futuros da soja chegaram a subir a uma máxima desde 9 de março, mas não deram conta de se sustentar à medida que os investidores analisavam com mais calma os números divulgados. No final da sessão, as cotações encerraram positivas, porém, distantes das máximas do dia. Para Ginaldo de Souza, da Labhoro Corretora, com os números colocados à mesa e sem força para mudar os rumos dos preços da oleaginosa no mercado, o foco agora se volta para o plantio da safra americana. "Os preços (da soja) estão à merce do clima nos EUA", completa o analista.


Outro fator que também tem chances de mexer com os preços da soja é a disputa comercial entre China e EUA. No entanto, Ginaldo de Souza acredita que a forma diplomática como a China vem conduzindo as negociações, mostra que o peso dessa discussão deve ser menor à medida que o mercado confirme a dependência dos chineses em relação ao produto americano.


"Nesse momento o mercado está altista para os preços", pondera o analista. A volta da demanda pela soja americana que parece estar se consolidando e as dúvidas sobre o real tamanho da nova oferta americana na próxima safra, vão deixar o mercado sensível e com muita volatilidade nas próximas semanas.

Fonte: P do A.
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