Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

Bem vindo ao Nortão News, Juara 22 de Outubro de 2018
Quem Somos   I   Contato
  INÍCIO  
  NOTÍCIAS  
  EVENTOS  
  VÍDEOS  
  ARTIGOS  
  FAVORITOS  
 Milho.
7 de Maio, 2018 - 13:36
Milho: Mercado aguarda atualização do plantio nos EUA e inicia semana em campo negativo na CBOT
     

 As principais posições da commodity exibiram quedas entre 2,00 e 2,75 no dia de hoje. As cotações futuras do milho iniciaram a sessão desta segunda-feira (7) em campo negativo na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais posições da commodity exibiam quedas entre 2,00 e 2,75 pontos, por volta das 9h06 (horário de Brasília). O vencimento maio/18 era cotado a US$ 3,96 por bushel, enquanto o julho/18 trabalhava a US$ 4,04 por bushel.


De acordo com informações das agências internacionais, os investidores permanecem focados no andamento do plantio da nova safra nos Estados Unidos. Até a última semana, pouco mais de 17% da área prevista para essa temporada havia sido cultivada, conforme levantamento do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). Os números serão atualizados no final da tarde de hoje.


Além disso, o departamento também reporta seu boletim semanal de embarques. O relatório é um importante indicador de demanda e pode influenciar o andamento das negociações na CBOT. Por outro lado, o clima seco no Brasil e os efeitos para a safrinha de milho também permanecem no radar.


Veja como fechou o mercado na última sexta-feira:


Milho: Com foco no clima nos EUA e no Brasil, mercado sobe até 2,37% na semana na Bolsa de Chicago


Ao longo dessa semana, as principais posições do milho negociadas na Bolsa de Chicago (CBOT) acumularam valorizações entre 1,57% e 2,37%, de acordo com levantamento realizado pelo economista do Notícias Agrícolas,


André Lopes. Já no pregão desta sexta-feira (4), os vencimentos do cereal registraram leves quedas, entre 0,75 e 1,75 pontos.


O vencimento maio/18 era cotado a US$ 3,98 por bushel, enquanto o julho/18 operava a US$ 4,06 por bushel. A posição setembro/18 era negociada a US$ 4,13 por bushel, enquanto o dezembro/18 trabalhava a US$ 4,21 por bushel.


Nesse momento, o foco dos participantes do mercado permanece voltado ao comportamento do clima no Meio-Oeste americano e no andamento do plantio. No início da semana, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) reportou que até o momento cerca de 17% da área projetada para essa safra já havia sido cultivada.


O índice ainda está abaixo do registrado no mesmo período do ano passado, de 32% e da média dos últimos anos, de 27%. O USDA atualiza as informações na próxima segunda-feira (7). E diante da perspectiva de clima favorável, a projeção é que os trabalhos nos campos americanos ganhem ritmo.


“Os preços do milho, embora mais baixos, estão se mantendo devido aos problemas climáticos com a safrinha brasileira, as chances de perdas e a demanda por milho nos EUA”, disse o analista da Price Futures Group, Jack Scoville.


No caso do Brasil, muitas regiões produtoras seguem o clima seco. No Paraná, segundo maior produtor de milho safrinha no país, as lavouras continuam sendo penalizadas com a ausência de chuvas, que já ultrapassa


30 dias. E, em muitas regiões, os produtores e lideranças sindicais destacam que as perdas são consolidadas.


Cenário semelhante é registrado no sul do estado de Mato Grosso do Sul, onde as plantações não recebem chuvas também há mais de 30 dias. “Por conta da estiagem, muitas lavouras tem problemas com a requeima que está até a altura das espigas. Além disso, o cereal está entrando em fase de pendoamento em plena seca, e assim, acaba não tendo formação de espigas”, disse o presidente da Aprosoja MS, Juliano Schmaedecke.


Ainda essa semana, a INTL FCStone reduziu em 2,57 milhões de toneladas a perspectiva para a segunda safra. A perspectiva da consultoria é que os produtores brasileiros colham uma safra próxima de 60,5 milhões de toneladas nesta temporada.


“Houve diminuição do potencial de produtividade em grandes estados produtores, como Goiás, Mato Grosso do Sul e Paraná. Como ocorreram atrasos no plantio, uma parte importante das lavouras passou por fases importantes de desenvolvimento, em que bons volumes de água são necessários, na segunda quinzena de abril, em meio a níveis de precipitação consideravelmente abaixo do normal para o período”, divulgou o grupo em nota.


Já no caso da demanda pelo produto americano, o USDA tem mostrado bons números nas últimas semanas. Na semana encerrada no dia 26 de abril, as vendas de milho somaram 1.019,9 milhão de toneladas, o volume ficou acima do esperado pelos participantes do mercado, entre 700 mil a 1 milhão de toneladas.


Mercado interno


Enquanto isso, no mercado doméstico, a semana foi de ligeiras altas aos preços do cereal. Em Campinas (SP), o ganho foi de 8,95%, com a saca do cereal a R$ 42,60. No Porto de Paranaguá, a saca fechou a semana a R$ 40,00, com valorização de 3,90%.


Em Luís Eduardo Magalhães (BA), a alta foi de 3,45%, com a saca do cereal a R$ 30,00. Já em Ponta Grossa (PR), a valorização ficou em 2,63% e a saca cotada a R$ 39,00.


Em contrapartida, em Jataí (GO), o preço do milho caiu 6,25%, com a saca a R$ 30,00. Em Campo Grande (MS), a queda foi de 3,23% e a saca a R$ 30,00.


O clima no Brasil e taxa de câmbio seguem no radar dos investidores. Nesse contexto, os compradores têm se afastado das negociações e os vendedores permanecem ofertando pouco, de acordo com informações dos analistas.


Por outro lado, na BM&F Bovespa, a sexta-feira foi de realização de lucros aos futuros do milho. As principais posições da commodity caíram entre 0,61% e 3,32%, com o maio/18 a R$ 41,25 a saca e o julho/18 a R$ 41,00. O mercado recuou depois das fortes valorizações registradas recentemente.


Dólar


A moeda norte-americana fechou a sexta-feira a R$ 3,5240 na venda, com recuo de 0,18%. "O câmbio caiu após o Banco Central atuar mais forte no mercado de câmbio e com investidores desmontando posições defensivas,


mesmo após os dados mais fracos sobre o mercado de trabalho norte-americano não afastarem a possibilidade de juros mais altos nos Estados Unidos, o que pode afetar o fluxo de capital global", destacou a Reuters.

Fonte: P do A.
* O NortãoNews não se responsabiliza por comentários postados abaixo!
 0 Comentários  |  Comente esta matéria!
 Mais Notícias
21/10/2018
19/10/2018
 menos  1   2   3   4   5   6   7   mais 
 Enquete

 Artigos
  INÍCIO  
 
  NOTÍCIAS  
 
  EVENTOS  
 
  VÍDEOS  
 
  ARTIGOS  
 
  FAVORITOS  
© 2018 - Todos direitos reservados