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 Mercado do Milho.
9 de Maio, 2018 - 13:36
Milho: Mercado já aguarda novas estimativas do USDA e inicia 4ª feira com ligeiras desvalorizações
     

 Hoje os futuros do milho negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) testam leves quedas. As principais posições da commodity exibiam ligeiras perdas entre 0,50 e 1,00 pontos, por volta das 9h00 (horário de Brasília). O vencimento maio/18 era cotado a US$ 3,95 por bushel, enquanto o julho/18 trabalhava a US$ 4,02 por bushel.


O mercado já trabalha em compasso de espera para as novas projeções de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). O órgão reporta nesta quinta-feira (10) as suas novas estimativas.


Além disso, a safra americana permanece no radar dos participantes do mercado. Até o último domingo, cerca de 39% da área projetada para essa temporada já havia sido cultivada, conforme dados do USDA. A média dos últimos cinco anos é de 44%.


"O progresso ficou para trás em estados importantes, como Minnesota e Dakota do Norte, e as previsões meteorológicas mostram chuvas essa semana que devem parar os trabalhos de campo", destacou a Reuters internacional em seu comentário diário.


Paralelamente, a continuidade do clima seco no Brasil também está no foco dos traders. Em muitas regiões produtoras, as lavouras ainda precisam de chuvas e, em outras, como no caso do Paraná, as plantações já registram perdas consolidadas.


Veja como fechou o mercado nesta terça-feira:


Milho: Preços sobem na BM&F e no mercado doméstico nesta 3ª com preocupações com o clima no Brasil


Na BM&F Bovespa, as cotações futuras do milho subiram no pregão desta terça-feira (8). As principais posições da commodity exibiam valorizações entre 1,24% e 3,27%. O maio/18 encerrou a sessão a R$ 42,32 a saca e o julho/18 era cotado a R$ 41,95 a saca. O setembro/18 fechou o dia a R$ 40,75 a saca.


As atenções dos participantes do mercado permanecem voltadas ao comportamento do clima no Brasil e também na movimentação do dólar. Nesta terça-feira, os modelos estendidos de institutos meteorológicos nacionais e internacionais voltaram a indicar chuvas mais volumosas em muitas regiões produtoras a partir da próxima semana.


Mesmo diante da perspectiva de melhora climática, em algumas regiões, os produtores e lideranças sindicais reforçam que as perdas são consolidadas. Em muitas localidades, especialmente no Paraná, as plantações não recebem chuvas há mais de 30 dias.


Além disso, os especialistas também reforçam que é preciso esperar a consolidação das chuvas e ver o real impacto nas áreas impactadas pela ausência de precipitações. No maior estado produtor de milho, o Mato Grosso, as lavouras ainda precisam de precipitações, especialmente as cultivadas fora da janela ideal.


"Apesar das áreas semeadas dentro da janela ideal ainda estarem apresentando bom desenvolvimento, há preocupações nas regiões Nordeste e Sudeste, onde houve maior atraso durante a fase de semeadura. Assim, apesar deste momento trazer boas oportunidades de negócios, também demanda cautela ao produtor dado as incertezas produtivas


safra", destacou o Imea (Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária).


Paralelamente, o dólar mais forte também tem impulsionado as cotações do cereal. A moeda norte-americana fechou a terça-feira a R$ 3,5689 na venda, com ganho de 0,45%. Nos dois pregões dessa semana, o câmbio subiu 1,27%, segundo levantamento da Reuters.


Ainda de acordo com a agência, o pregão foi marcado por tensão nos mercados externos em meio à saída dos EUA do acordo nuclear com o Irã. "Aumentando os riscos geopolíticos e que podem influenciar o fluxo de capital no mundo", completa a Reuters.


Do mesmo modo, no mercado doméstico, a terça-feira foi de ligeiras altas aos preços do cereal. Segundo levantamento realizado pelo economista do Notícias Agrícolas, André Lopes, o preço subiu 1,27% no Porto de Paranaguá, com a saca futura, para entrega em agosto/18, a R$ 40,00.


Em Campo Grande (MS), o ganho ficou em 6,67%, com a saca a R$ 32,00. Na região de Castro (PR), a valorização foi de 5,00%, com a saca a R$ 42,00. Ainda no Paraná, em Ubiratã, Londrina e Cascavel, a alta foi de 1,67%, com a saca a R$ 30,50.


Já em Panambi (RS), a saca encerrou o dia a R$ 34,02, com ganho de 3,09%. Na região de Ponta Grossa (PR), a alta ficou em 2,56%, com a saca a R$ 40,00. Em Sorriso (MT), a alta ficou em 13,33% e a saca a R$ 17,00.


Bolsa de Chicago


O pregão desta terça-feira (8) foi de ligeiras altas aos preços do milho negociados na Bolsa de Chicago (CBOT). As cotações do cereal finalizaram o dia com ganhos entre 2,25 e 3,00 pontos, com o maio/18 cotado a US$ 3,95 por bushel. O julho/18 era negociado a US$ 4,03 por bushel.


As agências internacionais destacam que as cotações testaram uma reação depois das quedas recentes. Além da movimentação técnica, as cotações também encontraram suporte nas preocupações com o clima nos Estados Unidos.


"Futuros de soja e milho nos EUA subiu terça-feira depois das perdas registradas no dia anterior, e com preocupações com previsões úmidas retardando o plantio em porções do centro-oeste norte, disseram analistas", de acordo com dados da Reuters internacional.


Até o último domingo, cerca de 39% da área já havia sido plantada no país, segundo o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). Os participantes do mercado estimavam o plantio entre 30% e 31%. Na semana anterior, em torno de 17% da área havia sido cultivada.


Os participantes do mercado também já ajustam suas posições antes do relatório de oferta e demanda do USDA, que será reportado na próxima quinta-feira (10). "O relatório de quinta-feira vai destacar o fato de que o milho, tanto nos EUA quanto no mundo, vai cair dramaticamente este ano", disse Jim Gerlach, presidente da A/C Trading.

Fonte: P do A.
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