Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

Bem vindo ao Nortão News, Juara 21 de Agosto de 2018
Quem Somos   I   Contato
  INÍCIO  
  NOTÍCIAS  
  EVENTOS  
  VÍDEOS  
  ARTIGOS  
  FAVORITOS  
 Milho e o Mato Grosso.
17 de Maio, 2018 - 08:05
Mato Grosso se reinventa para agregar valor
     

 Se Mato Grosso fosse um país, seria o quinto maior produtor de milho. Ficaria atrás apenas dos Estados Unidos, da China, do Brasil e da Argentina. No caso da soja, seria o quarto maior produtor, atrás dos Estados Unidos, do Brasil e da Argentina. É um mar de grãos.


Essa posição avantajada do estado veio com aumentos de área, de produção e de produtividade. Dentro da porteira, as coisas deram certo. Fora, porém, ainda restam muitos problemas a serem resolvidos.


Agora é hora, portanto, de reinvenção. O período de avanço sobre novas áreas perdeu ritmo, e os produtores buscam novos projetos para incrementar a renda.


Diante desse cenário, analistas do Rabobank fizeram um estudo sobre a agregação de valor e sobre a intensificação da produção agropecuária no estado, dando destaque à acelerada produção de milho.


Apesar da evolução produtiva dentro da porteira, a rentabilidade do milho safrinha é afetada pelo "custo Brasil". Isso porque apenas 15% da produção de milho fica no estado.


A expansão da produção refletiu sobre os preços da terra e faz o produtor redefinir as estratégias de sua atividade, segundo Victor Ikeda, analista do Rabobank para grãos.


Uma das saídas para o produtor tem sido a intensificação do uso da área ou a verticalização da produção, segundo o analista. A intensificação do uso da terra passa pela adoção de irrigação e obtenção de até três safras por ano.


 


A verticalização permite a utilização do milho para a produção de etanol. É uma indústria recente, mas com boa possibilidade de crescimento.


Uma série de fatores impulsiona a evolução dessa indústria, segundo Andy Duff, gerente do departamento de Pesquisa e Análise Setorial e especialista em açúcar e etanol do Rabobank.


Entre essas vantagens, ele cita o preço favorável do milho, o valor elevado do etanol no Norte e Nordeste e a remuneração do DGG, um coproduto oriundo da produção de etanol e usado na produção de proteínas.


Este é um momento interessante e de entusiasmo para a indústria de etanol de milho, mas também é um momento de mudanças, e necessita de boas avaliações dos investidores, segundo Duff.


A verticalização das atividades na agricultura vai promover uma "economia circular". O bom volume de grãos facilita a produção de proteínas. Os dejetos gerados nessa produção geram adubos orgânicos e energia para a fazenda.


Detentor do maior rebanho bovino do país, cresce no estado a instalação de indústrias processadoras de proteínas. Esses projetos avançam também nas áreas de suinocultura, de frango e de piscicultura.


Essa "economia circular" vai dar "uma nova roupagem" de sustentabilidade para os produtos, segundo Adolfo Fontes, analista do Rabobank em proteína animal.


A produção agrícola será com base na utilização de fertilizantes orgânicos e sem a necessidade de avanços sobre novas áreas. A energia consumida na fazenda será de geração própria e limpa.


Esse é o produto desejado por muitos consumidores, segundo Fontes. Essa nova estratégia de agregar valor à produção serve de base também para a entrada de uma nova geração no negócio agropecuário, segundo Ikeda.

Fonte: P do A.
* O NortãoNews não se responsabiliza por comentários postados abaixo!
 0 Comentários  |  Comente esta matéria!
 Mais Notícias
20/08/2018
19/08/2018
18/08/2018
17/08/2018
 menos  1   2   3   4   5   6   7   mais 
 Enquete

 Artigos
  INÍCIO  
 
  NOTÍCIAS  
 
  EVENTOS  
 
  VÍDEOS  
 
  ARTIGOS  
 
  FAVORITOS  
© 2018 - Todos direitos reservados