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 Roubo na Estrada.
4 de Junho, 2018 - 13:37
Greve faz gás virar ouro e 2 cargas para abastecer MT são roubadas a caminho
     

 Dois caminhões com carregamento de botijão de gás de cozinha que seguiam para abastecer as revendas na Grande Cuiabá foram roubados. Um deles, com 614 botijões, chegou a ser recuperado pela Polícia, mas ainda não se tem notícia do outro, com 1030 unidades. “O setor está vivendo um caos. O gás virou ouro”, afirma o presidente do Sindicato dos Revendedores de Gás GLP do Centro-Oeste em Mato Grosso (Sinergás-MT), Alan Rener Tavares. A demanda de Cuiabá é de 10 mil botijões por dia e com o desabatecimento filas são formadas em busca do produto. Além da demora para receber os carregamentos que estavam parados nos bloqueios durante a greve de 10 dias dos caminhoneiros os caminhões com gás de cozinha viraram alvos de criminosos. “Os bandidos migraram do roubo de gado para o roubo de botijão, que está sendo muito procurado pela população”, afirma o presidente da Sinergás.


Os carregamentos foram roubados durante o feriadão de Corpos Christi, um na quinta (31), quando o motorista foi abordado por criminosos ao passar próximo ao Trevo do Lagarto, em Várzea Grande, com 614 botijões. A carga foi roubado e recuperada em seguida na região do Cristo Rei. O segundo roubo ocorreu na sexta (1º) na região do Tijucal, em Cuiabá. O motorista e o caminhão foram encontrados próximos de Jangada, mas a carga está desaparecida.


O presidente alerta que o carregamento pode ser vendido por clandestinos e para não estimular esta prática o sindicato orienta que o consumidor exija a nota fiscal. “Sabemos que a nota não irá inibir tudo, mas é uma ferramenta para investigar a procedência do produto e também garantir que o consumir seja ressarcido em caso de preços abusivos”, afirma.


 


A prática de preços abusivos sobre o gás de cozinha foi uma realidade durante os dias de paralisação dos caminhoneiros. Em Cuiabá, o botijão de 13 kg chegou a ser vendido a R$ 150. Antes do movimento, o preço do gás em Cuiabá variava entre R$ 95 e R$ 110.


A insegurança tem provocado medo entre os distribuidores e as cargas podem demorar mais ainda para chegar ao interior. “O setor é familiar. O dono da revenda é quem faz a distribuição muitas vezes e agora com esses roubos eles têm medo de pegar a estrada”, explica Tavares. Há a preocupação de que a prática vire rotina.


Segundo Tavares, a escolta realizada pelo Exército e PRF nos primeiros dias pós-greve protegiam apenas carregamentos da Petrobrás, pois não há efetivo suficiente para atender as 400 revendas da Grande Cuiabá. “Estamos trabalhando com racionamento e conversando com as autoridades do Estado para que os revendedores consigam trabalhar com segurança. A Top Gás, por exemplo, vende 1 mil botijões por dia, com o desabastecimento vendemos essa quantidade em uma semana, e não é por falta de procura e sim porque o gás está raro”, revela.


Tavares destaca que aguarda carregamento com 1 mil botijões para esta segunda (4), mas todos já foram vendidos antecipadamente.


O presidente acredita que se não houver novas paralisações o abastecimento de gás na Grande Cuiabá deve voltar à normalidade em 10 dias e em todo o Estado em 30 dias.

Fonte: R.N
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