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 Milho.
26 de Novembro, 2018 - 14:14
Milho: Mercado testa tímida reação em Chicago e inicia pregão desta semana com ligeiras valorizações
     

 As principais posições da commodity testavam ganhos de 0,25 pontos. Os futuros do milho negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) iniciaram a semana com ligeiras altas, próximos da estabilidade. As principais posições da commodity hoje testavam ganhos de 0,25 pontos. O vencimento dezembro/18 era cotado a US$ 3,59 por bushel, enquanto o março/19 trabalhava a US$ 3,70 por bushel.


As cotações voltaram a subir após encerrar a última sexta-feira com perdas de mais de 1 ponto. De acordo com informações das agências internacionais, o mercado ainda aguarda por novas informações.


Enquanto isso, as atenções dos investidores permanecem voltadas para a finalização da colheita nos Estados Unidos. O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) atualiza as informações no final da tarde de hoje.


Outra informação esperada pelos investidores é o boletim de embarques semanais. O relatório será divulgado hoje e pode influenciar o andamento das negociações em Chicago.


Veja como fechou o mercado na última sexta-feira:


Milho: Mercado fecha pregão desta 6ª feira em queda em Chicago com influência do petróleo


Na Bolsa de Chicago (CBOT), as principais posições do milho finalizaram o pregão desta sexta-feira (23) do lado negativo da tabela. As principais posições da commodity encerraram o dia com quedas entre 1,75 e 2,75 pontos. O vencimento dezembro/18 era cotado a US$ 3,59 por bushel, enquanto o março/19 operava a US$ 3,70 por bushel.


O mercado voltou do feriado do Dia de Ação de Graças, comemorado nos Estados Unidos nesta quinta-feira (22) em queda. "As vendas técnicas baseadas nos gráficos e as perdas acentuadas no mercado do petróleo bruto pesaram nos preços", destaca a Reuters Internacional.


Por sua vez, o barril do petróleo caiu mais de 7% nesta sexta-feira em meio à preocupação dos mercados por uma possível sobreoferta da commodity, destacaram as agências internacionais.


Ainda nesta sexta-feira, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou seu boletim semanal de vendas. Na semana encerrada no dia 15 de novembro, as vendas de milho ficaram em 882,4 mil toneladas, entre safra 2018/19 e 2019/20.


Da temporada 2018/19, o número ficou em 877,4 mil toneladas, com o México como principal destino, com a aquisição de 375,9 mil toneladas. O total anunciado ficou dentro do esperado pelos investidores, entre 600 mil a 900 mil toneladas.


O USDA ainda reportou a venda de 132 mil toneladas de milho para a Coreia do Sul. O volume negociado deverá ser entregue ao longo da campanha 2018/19.


Mercado interno


A sexta-feira foi de poucas movimentações aos preços do milho no mercado interno. Conforme levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas, o preço subiu 8,33% em Sorriso (MT), com a saca a R$ 19,50. Já em Mato Grosso, as praças de Primavera do Leste e Alto Garças, subiram 2,27%, com a saca do cereal a R$ 22,50.


Na localidade de Assis (SP), a valorização foi de 4,17%, com a saca a R$ 30,00. Em Jataí (GO), o ganho ficou em 1,92%, com a saca a R$ 26,50.


Em recente entrevista ao Notícias Agrícolas, o consultor de mercado da Brandalizze Consulting, Vlamir Brandalizze destacou que a semana foi marcada por mais negócios para a exportação. Tivemos mais negócios sendo realizados essa semana principalmente em Mato Grosso, com embarques para os meses de dezembro e janeiro e preços próximos de R$ 37,00 a saca nos portos, acima do registrado no ano anterior, de R$ 27,00/sc", completa o especialista.


Contudo, o volume acumulado no ano permanece lento, e soma pouco mais de 15 milhões de toneladas. As estimativas oficiais indicam exportações de milho próximas de 23 milhões de toneladas na temporada 2017/18.


Dólar


A moeda norte-americana encerrou a sexta-feira a R$ 3,8222 na venda, com ganho de 0,41%. O câmbio subiu pela quarta sessão consecutiva e registrou a maior alta semanal desde 24 de agosto.


"O giro mais fraco após uma semana de feriados no Brasil e Estados Unidos influenciando os negócios, pressionados pela continuidade das preocupações com a guerra comercial entre Estados Unidos e China e com a desaceleração da economia global", destacou a Reuters.


 

Fonte: P do A.
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