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 Milho.
1 de Julho, 2019 - 10:37
Semana começa com leves quedas para o milho na Bolsa de Chicago
     

 A segunda-feira (01) começa com leves quedas para os preços internacionais do milho futuro na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam desvalorizações entre 1,00 e 1,75 pontos por volta das 09h08 (horário de Brasília). O vencimento julho/19 era cotado à US$ 4,19, o setembro/19 valia US$ 4,23 e o dezembro/19 era negociado por US$ 4,29.


Segundo análise de Bryce Knorr da Farm Futures, os preços do milho estão apresentando perdas modestas depois que uma tentativa de virar com um nível mais alto falhou.


“A surpreendente estimativa de área plantada do USDA na sexta-feira, de 91,7 milhões de acres, jogou o mercado no caos, embora cerca de 15 milhões de acres não tenham sido plantados quando a agência conduziu sua pesquisa”, diz Knorr.


O USDA não fornecerá uma atualização sobre o que aconteceu com esse solo até o relatório de 12 de agosto, quando um levantamento de recursos dos produtores e a prevenção de dados da usina deverão estar disponíveis.


“Grandes especuladores começaram a cortar as apostas de alta sobre o milho antes dos relatórios de baixa do USDA de sexta-feira”, pontua o analista.


Confira como fechou o mercado na última segunda-feira:


Plantio nos EUA é maior do que o esperado e cotações do milho despencam em Chicago


A semana se encerra com grandes quedas para os preços internacionais do milho futuro na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações encerram a sexta-feira (28) com desvalorização entre 17,25 e 21,00 pontos.


O vencimento julho/19 foi cotado à US$ 4,20, o setembro/19 valeu US$ 4,24 e o dezembro/19 foi negociado por US$ 4,31. Em comparação com o final da semana passada, o contrato julho registrou uma queda de 4,98% na semana desde a sexta-feira (21).


Essa queda de 4,4% foi a mais acentuada desde que o USDA divulgou dados de área de plantio em baixa para o milho em 29 de março de 2016 e o segundo declínio mais acentuado no contrato do cereal mais negociado desde 6 de julho de 2016, afirma Karl Plume da Reuters Chicago.


Segundo a Reuters, os futuros do milho despencaram na sexta-feira após o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) ter atrelado a área plantada americana bem acima das expectativas do comércio, apesar das chuvas e enchentes ocorridas nesta primavera que interromperam a semeadura.


O relatório apontou que os produtores americanos semearam 37,11 milhões de hectares (91,7 milhões de acres), enquanto o mercado esperava 35,07 milhões de hectares de área plantada com o cereal. Caso confirmado, esse índice seria 3% maior do que a área de 2018.


“Essas são as intenções dos agricultores nas duas primeiras semanas de junho, então provavelmente não é o que foi realmente plantado. Certamente, esses números estarão sujeitos a mudanças, tanto para o milho quanto para a soja”, disse Brian Hoops, presidente da Midwest Marketing Solutions.


O USDA informou que vai reconsultar os agricultores em 14 estados no próximo mês para os número de hectares plantados, incluindo no milho e na soja, e divulgará números atualizados em 12 de agosto, caso os dados coletados justifiquem uma atualização.


Ainda nesta sexta-feira, o USDA atualizou seus estoques trimestrais e apontou que os estoques de milho nos EUA são de 132,14 milhões de toneladas, abaixo das 135,44 milhões de toneladas esperadas pelo mercado.


Mercado Interno


Já no mercado físico brasileiro, a semana acaba com as cotações permanecendo sem movimentações, em sua maioria. Em levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas, as únicas praças que apresentaram desvalorização foram Jataí/GO e Rio Verde/GO (3,45% e preço de R$ 28,00)


As valorizações foram percebidas em Panambi/RS (1,57% e preço de R$ 31,02), Tangará da Serra/MT (2,13% e preço de R$ 24,00) e Campo Novo do Parecis/MT (4,44% e preço de R$ 23,50).


A XP Investimentos aponta que o mercado de grãos encerra em forte baixa após a divulgação dos números de plantio norte-americanos. “O número contrariou a expectativa de boa parte do mercado e, consequentemente, derrubou as referências nos portos brasileiros”, dizem os analistas.


Com a colheita da segunda safra em pleno vapor no Brasil, expectativa de aumento de oferta nos próximos dias e queda nos portos, compradores locais reduziram drasticamente as referências internas, conclui a assessoria.


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Fonte: P do A.
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