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 Soja e o Mercado.
4 de Setembro, 2019 - 16:38
Soja tem ligeiro avanço em Chicago com manutenção das lavouras nos EUA
     

 Os preços da soja sobem na Bolsa de Chicago no dia de hoje . Perto de 7h50 (horário de Brasília), as cotações subiam entre 1,50 e 5,25 pontos nos contratos mais negociados. Assim, o novembro tinha US$ 8,71 por bushel, enquanto o março era negociado a US$ 8,97.


O mercado sobe diante da espera por informações, principalmente, sobre a nova safra de grãos dos EUA. Ontem, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), manteve nos 55% o índice de lavouras em boas ou excelentes condições no país, enquanto a expectativa era de que fosse elevado para 56%.


Agora, os traders se focam cada vez mais nas questões de clima para o Corn Belt nas semanas a frente, buscando entender em qual cenário se dará a conclusão da safra norte-americana. E assim, esperam com ansiedade, portanto, o novo boletim mensal de oferta e demanda que o USDA traz na semana que vem.


"Especuladores tentam se apegar ao fato das condições das lavouras americanas estaram piores e o desenvolvimento mais atrasado em relação a anos normais. A ameaça de geada preococe no centro-oeste americano e o relatório USDA de setembro estão entre os poucos fatores capazes de oferecer suporte no momento", diz o consultor da Agro culte e da Cerealpar, Steve Cachia.


No paralelo, ainda muita atenção aos desdobramentos da guerra comercial. Nesta terça, Donald Trump fez novas ameaças à China e os últimos movimentos sinalizam que segue ainda muito distante um acordo entre os dois países.


Veja como fechou o mercado nesta terça-feira:


Soja fecha estável em Chicago, mas preços no Brasil seguem se fortalecendo nesta 3ª


Após o feriado da última segunda-feira, o mercado aguardava que esta terça (03) fosse mais favorável para os preços da soja. Porém, o que se viu foi um dia fechando em estabilidade. A jornalista Carla Mendes entrevistou Marlos Correa, analista da Insoy Commoditires, que disse que a lateralidade do mercado é fruto de indefinições de diversos fatores.


O fator safra dos Estados Unidos continua sendo uma incógnita, já que as adversidades climáticas fizeram com que muitos produtores americanos desistissem de plantar. A colheita no país se inicia em Novembro e até lá as indefinições sobre as projeções da safra devem se manter, apesar de haver um consenso de que a produção americana deva ficar abaixo dos 100 milhões de toneladas.


Os recentes movimentos, tanto por parte da China, quanto por parte dos Estados Unidos, traz indefinições para o impasse comercial entre os dois países. O impasse tem desestabilizado os mercados globais, com reflexo no câmbio da moeda brasileira, que fechou o dia a R$ 4,18 diante do dólar americano.


No mercado interno brasileiro, os preços da oleaginosa continuam consistentes, como exemplo Marlos citou o oeste do Paraná, aonde o preço subiu de R$ 70 para R$ 76. Nos portos, as referências têm variado ainda entre R$ 87,50 e R$ 90,00 por saca entre disponível e indicativos para o próximo mês.


Os negócios nesta semana, apesar de continuarem em um bom ritmo, são um pouco mais pontuais. Ainda assim, contam com a boa demanda, principalmente dos chineses, o que trabalha como importante combustível para os prêmios da soja brasileira tanto da safra velha, quanto da safra nova.


 


 

Fonte: P do A.
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