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 Commodities.
17 de Setembro, 2019 - 11:24
Commodities agrícolas corrigem últimas altas em Chicago, e soja acompanha nesta 3ª
     

 O mercado da soja opera em baixa nesta terça-feira (17) na Bolsa de Chicago, depois de opera com estabilidade no pregão anterior, buscando definir uma melhor direção. Perto de 8h10 (horário de Brasília), os futuros da oleaginosa perdiam entre 6,50 e 6,75 pontos, levando o novembro a US$ 8,93 e o maio a US$ 9,30 por bushel.


Os preços da soja acompanham os mercados vizinhos do milho e do trigo, que nesta terça realizam lucros depois das altas fortes de ontem - motivadas em parte pelo rally do petróleo - e também em função da manutenção no milho do índice de lavouras em boas ou excelentes condições nos EUA.


Nesta segunda (16), o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) trouxe seu novo boletim semanal de acompanhamento de safras com 55% das lavouras do cereal em boas ou excelentes condições, enquanto o mercado esperava uma baixa para 54%. Na soja, porém, essa queda veio e ficou dentro das expectativas dos traders.


"O mercado esteve meio perdido na segunda-feira, diante de fatores geopolíticos relacionados ao terrorismo e que provocaram alta de 12% no preço do petróleo. Este fator ofereceu suporte ao óleo de soja (biodiesel), mas o mercado hoje deve voltar a focar nos fundamentos", explica Steve Cachia, consultor da Cerealpar e da Agroculte.


Depois da euforia de ontem, o mercado hoje passa por uma correção nas commodities de uma forma geral, com as agrícolas operando em queda em todos os setores, com perdas também entre os futuros do açúcar, do café e do algodão na Bolsa de Nova York.


Assim, no mercado internacional, "os traders continuarão reagindo a qualquer preocupação com o clima nos EUA, o desenvolvimento das questões comerciais (especialmente entre China e EUA) e as condições dos campos americanos que já seguem para a fase de colheita", explicam os analistas da consultoria interncional Allendale, INc.


E ontem, o reporte do USDA já trouxe os primeiros dados de colheita da safra 2019/20, mostrando que já está concluída em 4% da área.


Veja como fechou o mercado nesta segunda-feira:


Soja: Mercado fecha estável em Chicago, mas sobe mais de 1% no interior do Brasil


Os preços da soja fecharam a segunda-feira (16) com estabilidade na Bolsa de Chicago. Os futuros da oleaginosa subiram pouco mais de 1 ponto entre as posições mais negociadas, com o novembro valendo US$ 9,00 e o março, US$ 9,25 por bushel.


Durante todo dia esse foi o comportamento do mercado, se equilibrando entre as notícias que vinham do mercado financeiro - pautadas pela disparada dos preços do petróleo, de mais de 10% - e da conclusão da nova safra norte-americana.


No entanto, a soja foi a commodity agrícola com as reações mais tímidas diante da escalada do petróleo, já que o milho, o trigo, o açúcar e o café subiram mais de 1% entre Chicago e Nova York.


"A macroeconomia, arrastada pela alta agressiva nos preços do petróleo mundial, oferece um forte suporte às commodities agrícolas, principalmente aquelas com biocombustíveis como subprodutos. Do outro lado, o cenário climático para a segunda metade de setembro aqui nos Estados Unidos se mostra altamente favorável para o desenvolvimento reprodutivo da soja e do milho", explicam os diretores da ARC Mercosul.


Ainda nesta segunda, os traders estiveram atentos à nova venda de soja dos EUA para a China anunciada pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). Foram 256 mil toneladas e o volume é todo da safra 2019/20.


Essa é a segunda venda oficial anunciada nos últimos dias pelo departamento norte-americano. Na última sexta-feira (13), a venda dos EUA para a nação asiática foi de 204 mil toneladas.


PREÇOS NO BRASIL


No Brasil, apesar da estabilidade também no dólar -dada a cautela inspirada pela cena exterior - os preços subiram em boa parte das praças de comercialização do interior do país pesquisadas pelo Notícias Agrícolas. E os ganhos passaram de 1%, com as referência ainda acima dos R$ 70,00 por saca.


Já nos portos, os preços permaneceram estáveis para os indicativos de maio do próximo ano, enquanto o produto disponível registrou perdas de mais de 1%, para levar as cotações a R$ 84,50 em Paranaguá e R$ 85,00 por saca em Rio Grande.


 

Fonte: P do A.
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