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 Milho.
26 de Novembro, 2019 - 11:17
Milho abre o dia com baixas em Chicago após último relatório do USDA.
     

 O começa com leves desvalorizações para os preços internacionais na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registravam perdas entre 1,00 e 1,25 pontos por volta das 09h02 (horário de Brasília).


O vencimento dezembro/19 era cotado à US$ 3,69 com baixa de 1,00 ponto, o março/20 valia US$ 3,79 com perda de 1,25 pontos, o maio/20 era negociado por US$ 3,85 com queda de 1,25 pontos e o julho/20 tinha valor de US$ 3,90 com desvalorização de 1,50 pontos.


No final da tarde da última segunda-feira, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou seu novo reporte semanal de acompanhamento de safras com números menores do que o esperado para o milho.


A colheita evoluiu de 76% para 84% na semana, contra 93% da semana anterior e frente aos 96% de média dos últimos anos. O número desta semana ficou abaixo do esperado pelo mercado de 85%.


Relembre como fechou o mercado na última segunda-feira:


Milho fecha a 2ªfeira valorizado em Chicago com exportações dentro do esperado


Mercado aguarda agora atualização sobre colheita americana


A segunda-feira (25) chega ao final com valorizações para os preços internacionais do milho futuro na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registraram altas entre 1,75 e 3,25 pontos.


O vencimento dezembro/19 foi cotado à US$ 3,70 com ganho de 1,75 pontos, o março/20 valeu US$ 3,80 com elevação de 2,25 pontos, o maio/20 foi negociado por US$ 3,86 com alta de 2,75 pontos e o julho/20 teve valor de US$ 3,92 com valorização de 3,25 pontos.


Esses índices representaram ganhos, com relação ao fechamento da última sexta-feira, de 0,54% para o dezembro/19, de 0,53% para o março/20, de 0,78% para o maio/20 e de 1,03% para o julho/20.


Segundo informações do site internacional Barchart, os contratos futuros de milho começam a semana com ganhos após a divulgação dos dados de exportação americana e na expectativa do novo relatório de progresso de safras.


Nesta segunda-feira, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) trouxe seu novo boletim semanal de embarques de grãos apontando que foram embarcados, na última semana, 604,592 mil toneladas de milho, enquanto o mercado esperava algo entre 550 mil e 750 mil toneladas.


Os embarques em toda a temporada americana, no entanto, somam apenas 5.598,806 milhões de toneladas, bem abaixo do mesmo período do ano passado, quando eram mais de 13 milhões.


Mercado Interno


No mercado físico brasileiro, a segunda-feira registrou cotações permanecendo sem movimentações, em sua maioria. Em levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas, não foram registradas desvalorizações.


Já as valorizações foram percebidas nas praças de Campinas/SP, Assis/SP, Dourados/MS, São Gabriel do Oeste/MS, Cascavel/PR (2,94% e preço de R$ 35,00), Alto Garças/MT (3,03% e preço de R$ 34,00), Tangará da Serra/MT (3,33% e preço de R$ 31,00), Campo Novo do Parecis/MT (3,45% e preço de R$ 30,00) e Brasília/DF (8,33% e preço de R$ 39,00).


Em seu boletim diário, a Agrifatto Consultoria apontou que o mercado físico continua bastante fortalecido, especialmente pela atuação mais ativa da ponta compradora em novas negociações, de modo a renovar seus estoques nesta virada do ano.


"Enquanto a procura pela matéria-prima ganha fôlego, o mercado continua pouco ofertado, com produtores voltados para os trabalhos com a soja a campo, além de expectativas de novos reajustes positivos para os preços do milho. Neste sentido, a falta de uniformidade para o plantio da soja nesta safra 2019/20, deve impactar a janela ideal da semeadura do milho 2º safra, com possibilidade de prêmio climático e maior volatilidade no início do próximo ano", dizem os analistas.


 


 

Fonte: P do A.
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