Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

Bem vindo ao Nortão News, Juara 28 de Janeiro de 2020
Quem Somos   I   Contato

Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

  INÍCIO  
  NOTÍCIAS  
  EVENTOS  
  VÍDEOS  
  ARTIGOS  
  FAVORITOS  
 Etanol de Milho.
4 de Dezembro, 2019 - 10:46
Cenário de produção de etanol de milho e DDG
     

 Com área plantada em torno de 17,5 milhões de hectares na safra 2018/19, a estimativa de produção é de 99,9 milhões de toneladas, representando um crescimento de 23,9% em relação à safra 2017/18, que fechou em 80,7 milhões de toneladas (Conab, 2019).


Oferta e projeção de etanol


Estima-se que nesta safra, serão produzidos 30,3 bilhões de litros de etanol, dos quais 1,4 bilhão será fabricado a partir do milho, frente a 880 milhões de litros produzidos em 2018.


Essa produção representa de 4% a 5% do total e, poderá alcançar 8% em 2020, e 20% nos próximos 10 anos. (Datagro – 19ª Conferência Internacional Sobre Açúcar e Etanol).


A produção de etanol a partir do milho tem sido vista positivamente pelo potencial de crescimento em termos de mercado, e também por ser uma opção de escoamento da produção em regiões onde notoriamente, por falta de estradas e armazéns, os preços são relativamente baixos.


Mato Grosso


O estado com maior potencial de produção de etanol de milho é o Mato Grosso. Em 2018 a produção foi de 660 milhões de litros (75% da produção nacional).


A produtividade das lavouras de milho está aumentando, saindo de 99,6 sacas/ha para os atuais 110,68 sacas/ha.


A expectativa é de que a produção mato-grossense alcance 32,26 milhões de toneladas, incremento de 14,15% em relação à safra passada (IMEA).


A projeção é que o estado produza 1,1 bilhão de litros na próxima safra (CONAB).


Outro dado importante, segundo o presidente do SindAlcool/MT, é que o etanol de milho deve superar o de etanol de cana em função do tamanho da produção do grão.


Para sustentar esse crescimento, novas usinas estão em construção, em Sorriso e Campo Novo do Parecis, que devem entrar em operação no ano que vem.


Para 2021, mais cinco novas plantas começarão a operar no estado.


Com o sucesso das primeiras usinas, ficou evidente a viabilidade da produção de etanol a partir do milho como matéria prima.


O grão pode ser armazenado, é fácil de transportar e fornece, em seu processo industrial, derivados comercializáveis como o DDG (grão de milho seco), o WDG (grão de milho úmido) e o óleo de milho.


Outro ponto importante é a possibilidade das usinas flex utilizarem o milho na entressafra da cana-de-açúcar, assim é possível diminuir a ociosidade e reduzir os custos fixos, diluídos devido a otimização da utilização do maquinário e da mão-de-obra.


A produção de etanol a partir do milho é mais uma opção no mercado.


Um dos gargalos é a dificuldade de logística, já que o combustível precisa chegar com preço competitivo na bomba.


Segundo a União Nacional do Etanol de Milho, tendo em vista o crescimento da produção, a entidade espera que os investimentos em infraestrutura, como na BR-163 e em ferrovias, principalmente no Eixo Norte, se concretizem para consolidar o escoamento da produção, para o mercado interno e externo.


Em longo prazo, a expectativa é de que, com o aumento crescente na produção de milho, o setor até 2028, processe de 17 a 20 milhões de toneladas de cereal, chegando a uma produção em torno de 7 a 8 bilhões de litros.


DDG e WDG


Os resíduos da produção do etanol de milho, DDG e WDG, podem ser utilizados como fonte de energia e proteína para bovinos, podendo ser um substituto do farelo da soja, farelo de algodão e caroço de algodão na dieta dos animais, dependendo dos níveis de inclusão.


Segundo levantamento da Scot Consultoria, na primeira quinzena de novembro, o DDG foi comercializado entre R$546,88 e R$875,00 por tonelada, sem o frete, considerando os preços convertidos para uma média de 35% de proteína bruta (PB) no caso do DDG e 30% de PB para o WDG ( as concentrações encontradas variaram entre 32 e 40% de PB) .


Para o WDG, a cotação média variou de R$120,00 a R$200,00 por tonelada, seu valor mais baixo de mercado é devido à concentração de água no produto, resultando em menor tempo de armazenamento, impactando assim no transporte, sendo inviável o seu uso em propriedades distantes das usinas.


Em relação às outras fontes de proteínas, o DDG e o WDG são alternativas para diminuir o custo da alimentação dos bovinos.


Em uma comparação do preço do quilo de proteína bruta (PB) na matéria seca, o DDG está custando 29,8% a menos em relação ao farelo de soja. Lembrando que estamos falando de dietas de bovinos de corte, onde para essa substituição pode ser de até 100% na dieta, sem efeitos negativos.


 


 


 


 

Fonte: P do A.
* O NortãoNews não se responsabiliza por comentários postados abaixo!
 0 Comentários  |  Comente esta matéria!
 Mais Notícias
27/01/2020
26/01/2020
24/01/2020
23/01/2020
 menos  1   2   3   4   5   6   7   mais 

Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

 Enquete

 Artigos
  INÍCIO  
 
  NOTÍCIAS  
 
  EVENTOS  
 
  VÍDEOS  
 
  ARTIGOS  
 
  FAVORITOS  
© 2020 - Todos direitos reservados