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 Soja e o Mercado.
4 de Dezembro, 2019 - 10:50
Soja sobe em Chicago no dia de hoje, mas dólar recua no Brasil e exige atenção
     

 Neste dia, os preços da soja trabalham em alta na Bolsa de Chicago. Os futuros da oleaginosa, por volta de 8h50 (horário de Brasília), subiam entre 6,25 e 6,75 pontos nos principais contratos. Assim, o contrato janeiro tinha US$ 8,77 e o março/20, US$ 8,92 por bushel.


As cotações refletem ainda as especulações de que China e EUA poderiam, talvez, encontrar espaço para um acordo, porém, sem muita confiança. Segundo informações da agência Bloomberg, ambos os países estariam se aproximando de um consenso sobre as tarifas a serem retiradas e podem fazer as negociações evoluírem.


No entanto, a euforia nos negócios segue bastante contida diante de quase dois anos de notícias que não se confirmam e da mudança de postura tanto do lado chinês, quanto do americano.


"Tecnicamente, o mercado segue sobrevendido e, portanto, vulnerável a uma reação. No entanto, os temores continuam de que sem acordo comercial a China logo volta a parar de comprar soja americana. E com a colheita se iniciando no Brasil dentro de poucas semanas, haverá uma grande safra de onde se abastecer", explica Steve Cachia, consultor a AgroCulte e da Cerealpar. "Este quadro é o principal fator de pressão que temos visto recentemente", completa.


NO BRASIL


No Brasil, as atenções se voltam para o dólar, mas dessa vez em função das baixas. Nos dois primeiros dias dessa semana, a moeda americana recuou e volta a cair nesta quarta-feira. A divisda, por volta de 9h40 (Brasília), perdia 0,36% para ser cotada a R$ 4,19.


De acordo com a agência de notícias Reuters, a queda do dólar se dava "em dia de esperanças comerciais renovadas e dados positivos sobre a produção industrial no Brasil".


"Atenção à trajetoria do dólar, que já cravou duas quedas consecutivas, coincidentemente após Trump tarifar aço e alumínio brasileiro. E há espaço para ceder mais um pouco", alerta Cachia.


Relembre como fechou o mercado na última terça-feira:


Soja recua até 2% no interior do Brasil com baixa do dólar e estabilidade na Bolsa de Chicago


Os preços da soja recuaram no mercado brasileiro nesta terça-feira (3) refletindo uma nova sessão de estabilidade dos futuros da commodity na Bolsa de Chicago e da baixa do dólar frente ao real. Em algumas praças do interior do país, as perdas ultrapassaram os 2%.


Em Ponta Grossa, no Paraná, perda de 2,30% para R$ 85,00 por saca, e em Sorriso, Mato Grosso, baixa de 2,74% para fechar com R$ 71,00. Nas demais regiões, os indicativos também caíram, enquanto nos portos as cotações se mantiveram estáveis.


Em Rio Grande, R$ 86,30 no disponível e R$ 86,50 para a safra nova; em Paranaguá, os valores ficaram em, respectivamente, R$ 87,00 e R$ 86,00 por saca.


O mercado da soja na CBOT segue completamente focado na guerra comercial e nas relações entre China e EUA - que enquanto não se alinham mantêm a demanda da nação asiática distante do mercado norte-americano - no entanto, mantém também um tom bastante cauteloso e sem grande euforia até que as notícias se confirmem.


Do mesmo modo, no Brasil, os prêmios para a soja se mostram ligeiramente mais altos nesta terça-feira, como informa a Agrinvest Commodities, no entanto, com o mercado ainda mostrando pouco volume de negócios. A demanda pela soja nacional, afinal, segue aquecida e a oferta disponível se mostra cada vez mais ajustada.


DÓLAR


Nesta terça-feira, o dólar fechou o dia com queda de 0,19% e cotado a R$ 4,2059. Trata-se, segundo a agência de notícias Reuters, do menor patamar desde o último dia 22.


CHICAGO


Na Bolsa de Chicago, os futuros da oleaginosa terminaram o dia com leves altas de 0,25 a 0,50 ponto nos principais contratos. O janeiro ficou com US$ 8,71 e o maio, US$ 9,00 por bushel.


Até este segunda-feira (2), o mercado já havia acumulado oito sessões consecutivas de baixa. Assim, traders entendem que o mercado está sobrevendido e, portanto, vulnerável a uma recuperação técnica. No entanto, o pessimismo em relação a possibilidade de um acordo comercial EUA/China predomina", explica o consultor Steve Cachia, da AgroCulte e Cerealpar.


Ademais, Cachia acredita que com a nação asiática relativamente bem abastecida até a entrada da nova safra brasileira, "o país também não vai ceder tão facillmente às exigências de Trump. Sem acordo, as cotações futuras de soja seguem sob pressão".


Além disso, a Fox Business, emissora norte-americana deu a informação nesta terça-feira de que os EUA seguem com o plano de ampliar as tarifas sobre pordutos chineses em uma ação prevista para entrar em vigor em 15 de dezembro.


E ao mesmo tempo em que não há demanda intensa no mercado norte-americano, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) informa que, até o último domingo (1), a colheita da soja já chega a 96% da área, alinhada com os números do ano passado, com as expectativas e ligeiramente menor do que os 99% da média dos últimos cinco anos.


 

Fonte: P do A.
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