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 Soja
6 de Janeiro, 2020 - 15:58
Soja inicia semana com pequenas baixas em Chicago
     

 Após as perdas intensas da última sexta-feira (3), os futuros da soja iniciam a primeira semana cheia de 2020 com pequenas baixas, operando com estabilidade. No início do dia as perdas variavam de 1,25 a 1,75 ponto nos princpais contratos, com o janeiro valendo US$ 9,29 e o março, US$ 9,40 por bushel.


O mercado se reestabelece depois das baixas causadas pelo susto do ataque norte-americano que matou o comandante Soleimani, na última semana, e que provocou perdas generalizadas entre as commodities, além de uma aversão ao risco bastante intensa. A cautela, no entanto, permanece.


"Com temores de escalada na tensão militar entre EUA e Irã, há garantia de lucros e ajuste de posições", diz o consultor de mercado das AgroCulte e da Cerealpar, Steve Cachia.


Ainda nesta semana, o mercado se foca também na espera do novo boletim mensal de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), que chegam na sexta-feira (8), e também no novo levantamento da safra brasileira pela Conab.


O clima na América do Sul também permanece em foco, já que há algumas regiões que preocupam pela falta de chuvas.


"Do ponto de vista fundamental, o mercado passa a prestar mais atenção na fase inicial da colheita no Brasil e no desenvolvimento da safra na Argentina, que por enquanto os dois sem maiores sustos", completa Cachia.


Veja como fechou o mercado na última semana:


Soja: Pior reação de Chicago ao ataque já passou, diz Jack Scoville. Cenário segue positivo para o BR


O ataque americano que resultou na morte do comandante iraniano Soleimani na madrugada desta sexta-feira (3) provocou uma bagunça generalizada nos mercados internacionais e as cotações da soja terminaram o dia perdendo mais de 1% na Bolsa de Chicago.


As baixas foram de 13,50 a 15 pontos nos principais contratos, com o janeiro fechando em US$ 9,30, o março, com US$ 9,41 e o maio/20, US$ 9,54 por bushel. O mercado operou durante todo o pregão com perdas intensas, porém, foi amenizando-as ao longo do dia.


 


Como explicou o diretor da Price Futures Group, Jack Scoville, o movimento é passageiro, mas deve ser monitorado. O Irã, afinal, já prometeu que irá "vingar a morte" de um dos seus mais importantes líderes, e as retaliações poderão vir nos próximos dias.


"Provavelmente, já vimos a pior reação, e o que nos indica é que isso não dure muito mais. A partir de agora pode seguir negociando mais “misto“", diz o analista americano em entrevista ao Notícias Agrícolas.


Além da intensa aversão ao risco que provocou baixas em quase todas as commodities nesta sexta, à exceção do petróleo - que subiu mais de 3% depois da notícia do ataque - o mercado futuro norte-americano da soja ainda foi pressionado pelos fracos números das vendas semanais norte-americanas para exportação.


O reporte do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) indicou um volume de 330,3 mil toneladas na semana encerrada em 26 de dezembro e assim as vendas ficaram aquém das expectativas do mercado de 350 mil a 1,050 milhão de toneladas. O volume marcou a mínima da temporada. A China foi o principal comprador.


Em todo o ano comercial, as vendas somam 29.491,6 milhões de toneladas, abaixo de mais de 30 milhões no acumulado do ano comercial anterior. O USDA estima as exportações americanas 2019/20 em 48,31 milhões de toneladas.


Por outro lado, o mercado ainda carrega as expectativas de que China e EUA assinem a fase um de seu acordo comercial já no próximo dia 15, o que ajuda no suporte aos preços. E para Scoville, a assinatura acontece mesmo na data anunciada por Donald Trump.


"Os chineses precisam comprar nos EUA, nós precisamos vender para eles, e não há nenhum problema nisso. Entretanto, o produtor americano, que estava prestes a voltar ao mercado para vender sua soja volta a se retrair depois dessas baixas. Da mesma forma para o milho.


 


Assim, segundo o analista, as cotações deveriam voltar a se aproximar dos US$ 9,75 por bushel para retomar seus negócios.


 


"Depois de tudo o que passaram durante todo esse ano (2019), eles realmente precisam ser remunerados, isso significa que, especialmente para a soja, eles precisam manter estoques para venderem aos chineses", explica.


E Scoville acredita ainda que a China só está esperando para que tudo se oficialize para voltar ao mercado norte-americano agora, já que precisam da soja dos Estados Unidos.


 


NO BRASIL


No entanto, afirma ainda que o movimento não deverá tirar o protagonismo do Brasil nas exportações globais de soja. "Eu vejo o Brasil vendendo só um pouco menos de sua soja", acredita.


O ritmo dos negócios no Brasil nestes primeiros dois dias do ano foi bastante lento, com os operadores ainda terminando o feriado do Ano Novo. A partir da segunda-feira, dia 6, as operações deverão se mostrar mais fortes.


Nesta sexta, as cotações da soja no mercado nacional acompanharam as baixas na Bolsa de Chicago e terminaram o dia em queda nos portos e na maior parte das praças de comercialização do interior do país.


Em Rio Grande, a soja disponível perdeu 0,57% para R$ 87,50, enquanto cedeu 1,16% para março, encerrando a sexta-feira com R$ 85,50 por saca. No porto de Paranaguá. perda dde 0,56% para a oleaginosa disponível, com R$ 88,00 por saca, e estabilidade nos R$ 87,00 para março.


Do espectro mais amplo, o momento segue positivo para o produtor brasileiro e a formação dos preços no mercado nacional, segundo o consultor em agronegócio, Ênio Fernandes, da Terra Agronegócios. No entanto, alerta para a chegada da nova safra nos próximos dias e qual será o posicionamento do produtor americano diante dessa oferta 2019/20 do Brasil para efetivar seus negócios.


 


"Se você é americano e sabe que a maior economia do mundo tem que comprar de você um volume alto, naturalmente, você retrai as vendas, vende paulatinamente, tentando capturar as melhores altas possíveis. Em sendo verdade, os preços lá fora sobem, os prêmios aqui se amenizam, mas isso faz com que a China tenha que ser muito hábil para comprar hora lá, hora cá", diz.


Fernandes acredita ainda que o andamento do dólar também pode continuar favorecendo a formação dos preços no Brasil, com a moeda americana com pouco espaço para se distanciar muito dos R$ 4,00.


 


Na ultima sexta feira, a moeda americana terminou o dia com alta de 0,74% e valendo R$ 4,056.

Fonte: P do A.
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