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 Soja
7 de Janeiro, 2020 - 15:52
Soja opera estável em Chicago e mercado se posiciona antes dos novos número do USDA
     

 Segue a estabilidade no mercado da soja nesta terça-feira (7) na Bolsa de Chicago. Os futuros da oleaginosa perdiam no inicio do dia  entre 1,75 e 2 pontos nos principais vencimentos, levando o março a US$ 9,42 e o maio a US$ 9,56 por bushel. A exceção era o janeiro, que subia 1,50 ponto para valer US$ 9,34.


A semana é cheia para o mercado, com expectativas sobre o acordo entre China e Estados Unidos - que pode ter a fase um assinada em 15 de janeiro - a tensão diante das relações entre EUA e Irã e as especulações sobre o clima na América do Sul.


"Com a colheita da safra 2019/20 oficialmente iniciada no Brasil, a expectativa de uma maior disponibilidade do produto novo da América do Sul exerce pressão porque pode significar compras de soja em menor volume pela China", explica o consultor da AgroCulte e da Cerealpar, Steve Cachia.


Além disso, os traders ainda recebem novos boletins do USDA (Departamento de Agricultura do Estados Unidos) nos próximos dias, e também buscam estar bem posicionados à espera dos novos números.


Veja como fechou o mercado nesta segunda-feira:


Soja sobe em Chicago nesta 2ª feira e preços sobem também nos portos do Brasil


Nesta segunda-feira (6), os preços da soja teminaram o pregão da soja na Bolsa de Chicago com leves altas. O mercado iniciou o dia atuando com leve baixa, porém, no início da tarde passou para o campo positivo e encerrou o dia subindo pouco mais de 2 pontos entre os principais vencimentos. A cautela permaneceu entre as operações durante toda a sessão.


O janeiro/20 terminou o dia com US$ 9,32 por bushel, enquanto o março foi a US$ 9,44 e o maio a US$ 9,57. E o otimismo para os preços, segundo os especialistas, vem principalmente da confirmação de uma data para a assinatura da fase um do acordo entre China e EUA. Depois de ter sido anunciado pelo presidente americano Donald Trump na semana passada, neste início de semana a confirmação veio por parte da China. A notícia veio pelo site South China Morning Post.


 


No entanto, como explica o o consultor de mercado Carlos Cogo, da Cogo Inteligência em Agronegócio, o importante para o mercado é agora conhecer o teor desse consenso, principalmente sobre qual será o volume de soja comprado pela nação asiática no mercado americano. "Assinar a fase um de um acordo vai ser altista para a soja e vai puxar os demais grãos. E se isso, em algum momento, reprimir os prêmios no Brasil será muito bem recompensado por Chicago", diz.


A semana é também de novos boletins do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), o que mantém o mercado ainda mais na defensiva, à espera dos novos números.


O clima na América do Sul também permanece em foco, já que há algumas regiões que preocupam pela falta de chuvas. As previsões indicam chuvas para todas as regiões do país no início desta semana. Áreas do chamado MATOPIBA deverão receber volumes consideráveis, porém, as precipitações deverão ser mais expressivas a partir desta 4ª feira (8). Atenção ainda ao extremo sul do Brasil, onde as chuvas ainda se mostram escassas.


"Do ponto de vista fundamental, o mercado passa a prestar mais atenção na fase inicial da colheita no Brasil e no desenvolvimento da safra na Argentina, que por enquanto os dois sem maiores sustos", completa Cachia.


O que, por outro lado, mantém o mercado mais reticente é a aversão ao risco que se instalou no macrocenário depois do ataque americano ao Irã que culminou na morte do comandante iraniano Soleimani. Desde a última sexta-feira se iniciou uma escalada das tensões entre os dois países, os preços do petróleo vêm subindo e há um direcionamento dos investidores para ativos mais seguros, como o dólar e o ouro, por exemplo.


MERCADO BRASILEIRO


Para o Brasil começa um novo ano com um cenário bastante promissor para os preços da soja no mercado brasileiro.E para Cogo, inclusive, isso acontece mesmo com a efetivação de um acordo entre China e Estados Unidos. A tendência é altista, segundo ele, diante da demanda intensa não só para a exportação - que deverá ter outro ano forte - como internamente, onde os setores de farelo e óleo deverão demandar muito, com uma expectativa de que o esmagamento da oleaginosa no país possa crescer até 5% em 2020.


Nesta segunda, os preços no mercado nacional não acompanharam uma rota comum, mesmo com as pequenas altas em Chicago e do dólar deste início de semana. Algumas praças de comercialização de Mato Grosso, por exemplo, chegaram a registrar baixas de mais de 1%, enquanto em alguns estados foram as altas que marcaram esse percentual.


Nos portos, por exemplo, os preços subiram neste início da semana. Em Paranaguá, a alta foi de 0,57% para o disponível e para março, com os preços em, respectivamente, R$ 88,50 e R$ 87,50 por saca. Já em Rio Grande, foram altas de 0,57% e 0,58%, para R$ 86,00 e R$ 88,00, nessa ordem.

Fonte: P do A.
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