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 Soja
10 de Janeiro, 2020 - 15:12
Soja opera com estabilidade em Chicago neste dia à espera dos números do USDA
     

 O dia é de novos relatórios do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) e, à espera dos números, o mercado da soja opera estável na Bolsa de Chicago neste dia. Os futuros da commodity,  marcam leves ganhos de 0,50 a 1 ponto.


Dessa forma, o contrato janeiro tinha US$ 9,35 por bushel, o março US$ 9,44 e o maio, US$ 9,57. Segundo analistas e consultores de mercado, a volatilidade causada pelos boletins pode ser limitada em função das poucas mudanças que poderiam apresentar, segundo apontam as expectativas.


Embora os reportes de janeiro, tradicionalmente, não tenham grande peso sobre o andamento das cotações, este ano a situação é diferente, como explica Todd Hultman, analista líder de mercado do portal internacional DTN The Progressive Farmer, em função dos fatores geopolíticos.


"A China e os EUA estão prestes a assinar a primeira fase de um acordo comercial na próxima semana e há uma escalada nas tensões entre EUA e Irã - dois eventos importantes que serão monitorados pelos traders junto com os novos dados do USDA", diz Hultman.


Além dos relatórios de oferta e demanda e estoques trimestrais, o mercado ainda acompanha o boletim semanal de vendas para exportação, que foi adiado para de ontem para hoje.


"Até conheceremos alguns destes números, o mercado tende a continuar lento, só na espera e ajustando posições", diz Steve Cachia, consultor da Cerealpar e da AgroCulte.


Veja como fechou o mercado nesta quinta-feira:


Soja: Dólar em alta nesta 5ª equilibra mercado no Brasil depois da baixas em Chicago


Lotes remanescentes da safra velha ainda pagam até R$ 3/sc a mais do que a nova no interior do país. Em Chicago, dia de ajuste de posições antes da chegada dos novos números do USDA.


O mercado da soja fechou a quinta-feira (9) em queda na Bolsa de Chicago em um dia de ajustes para as posições antes da chegada dos novos números do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). Assim, o dia terminou com as cotações da oleaginosa cedendo pouco mais de 5 pontos nos principais contratos, o março valendo US$ 9,42 e o maio, US$ 9,42 por bushel.


Segundo explicou o analista de mercado e economista da Granoeste Corretora de Cereais, Camilo Motter, aas expectativas indicam uma baixa de 1 milhão de toneladas na produção e nos estoques americanos e estes são números já bem absorvidos pelo mercado.


Assim, o compasso de espera permaneceu entre os traders nesta quinta-feira na CBOT. No link abaixo, confira as expectativas completas do mercado para o boletins do USDA que chegam nesta sexta-feira, às 14 (horário de Brasília).


No entanto, os fundamentos do mercado da soja ainda dividem espaço com os fatores geopolíticos, principalmente as relações comerciais entre China e Estados Unidos e a assinatura da primeira fase do acordo comercial que pode acontecer já na semana que vem.


Para Motter, a data prevista de 15 de janeiro deve, de fato, efetivar esse acordo parcial entre as duas maiores economias do mundo, porém, o mercado precisa conhecer mais detalhes sobre o consenso para que possa se posicionar de forma mais clara. "De quanto serão as compras agrícolas chinesas nos EUA? É isso que o mercado quer saber agora", diz.


MERCADO BRASILEIRO


O mercado brasileiro, nesta quinta-feira, equilibrou as perdas em Chicago com o dólar em alta, que subiu quase 1% para bater em R$ 4,08 no encerramento do dia. A moeda americana ainda se mantém como importante pilar para as cotações no Brasil e, ainda segundo o analista da Granoeste, a perspectiva de um mercado positivo, ou ao menos estável, para a soja brasileira permanece bastante consistente.


Os negócios fluem bem, com o sojicultor, ainda como explica Motter, escalonando suas operações, dividindo suas atenções entre a comercialização e seus trabalhos no campo.


"O que ainda chama a atenção é a liberação de lotes remanescentes da safra velha, já que há ainda um GAP, falando em Oeste do Paraná por exemplo, de R$ 2,00 a R$ 3,00 por saca, em relação à safra nova. Porém, a partir de meados de fevereiro, já devemos ter um mercado único. Então, o produtor espera por um avanço melhor dos preços", afirma.

Fonte: P do A.
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