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 Soja e o Mercado.
5 de Fevereiro, 2020 - 04:15
Soja sobe em Chicago neste dia com esperado movimento de recuperação técnica.
     

 Alta para os preços da soja na Bolsa de Chicago neste dia. O mercado internacional dá continuidade aos ganhos registrados no final da sessão anterior e, por volta de 8h10 (horário de Brasília), subia entre 6 e 6,75 pontos nos principais contratos.


Dessa forma, o março tinha US$ 8,83, o maio US$ 8,97 e o julho, US$ 9,11 por bushel. "A tão esperada recuperação técnica parece que tenta ganhar folego no pregão de soja na Bolsa de Chicago", diz Steve Cachia, consultor da AgroCulte e da Cerealpar.


Como explica o executivo, depois das baixas intensas, o mercado se mostrava bastante sobrevendido - as cotações perderam quase 8% somente em janeiro de 2020 - e, por conta disso, propício a uma recuperação. Entretanto, o surto de coronavíruas e o avanço da colheita na América do Sul continuam a pressionar as cotações e limitam esse movimento de recuperação.


"Mas há um sentimento menos pessimista, pelo menos neste início de mes, reflexo da expectativa de melhora na demanda internacional para soja americana", completa Cachia.


Ainda assim, a tendência, como explica o analista, permanece sendo de baixa para os preços da soja na CBOT, porém, com um "colchão" maior para novas baixas que possam vir a ser registradas nos próximos pregões. "Esperamos uma maior volatilidade nos próximos dias", diz.


Veja como fechou o mercado nesta segunda-feira:


Soja: Mercado fecha em alta na Bolsa de Chicago e estável nos portos do Brasil


O mercado da soja inverteu o sinal do início do dia e fechou o pregão desta segunda-feira (3) com leves altas na Bolsa de Chicago. Os futuros da oleaginosa subiram pouco mais de 4 pontos nos principais contratos. O março ficou em US$ 8,77, o maio em US$ 8,90 e o maio encerrou os negócios cotado a US$ 9,04 por bushel.


No Brasil, em contrapartida, os indicativos mantiveram estabilidade em boa parte das praças de comercialização do interior do país e nos principais portos. As pequenas altas em Chicago foram ofuscadas, afinal, pelas perda de quase 1% do dólar, que terminou a sessão desta segunda valendo R$ 4,24.


Assim como a soja em Chicago - que perdeu quase 8% em janeiro e buscou um certo reajuste neste início de semana - a moeda americana também passou por uma correção depois de ter alcançado sua máxima histórica na última sexta-feira (31).


Em Paranaguá, a soja disponível fechou com R$ 85,20 e em Rio Grande, com R$ 84,50 por saca, enquanto isso, as referências para março/2020 permaneceram em, respectivamente, R$ 84,30 e R$ 83,50.


No interior, foram identificadas algumas exceções, como Jataí e Rio Verde, ambas em Goiás, onde o preço cedeu 2,7% para R$ 72,00/saca, ou Luís Eduardo Magalhães, na Bahia, onde a perda foi de 1,96% para R$ 75,00.


O mercado se pautou pela movimentação tímida na CBOT, mas também acompanhando suas realidades regionais, principalmente a evolução da colheita no Brasil e a demanda ainda forte pelo produto nacional. A soja do Brasil se mantém como a mais competitiva e, por isso, atraindo os compradores.


BOLSA DE CHICAGO


Em Chicago, o mercado encontrou espaço para essa ligeira retomada depois das perdas intensas de janeiro. Os traders, aos poucos, se voltam aos seus fundamentos e espera por novas notícias relacionadas ao surto do coronavírus e também pelas próximas reações dos mercados financeiros internacionais.


Além disso, o mercado da soja ainda foi beneficiado pelos bons números dos embarques semanais norte-americanos divulgados pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). Na semana encerrada em 30 de janeiro, os EUA embarcaram 1.355,627 milhão de toneladas, enquanto o mercado esperava algo entre 550 mil e 1,2 milhão de toneladas. No acumulado da temporada, o total dos embarques chega a 26.594,745 milhões de toneladas, 53% a mais do que no mesmo período do ano anterior.


Entretanto, mais do que isso, o mercado também se atenta aos efeitos que este quadro pode ter sobre o futuro da fase um do acordo comercial entre China e Estados Unidos.


"Boatos nos bastidores aqui do mercado já sugerem que o governo chinês deverá usar a “desculpa” de uma nova crise para descumprir parte da Fase 1 do Acordo Comercial com os Estados Unidos. Enquanto a novela perdura, o Brasil continuará sendo um forte exportador de soja, principalmente com a oferta crescendo nas próximas semanas no decorrer da colheita no país", explicam os especialistas da consultoria ARC Mercosul.


Em entrevista ao Notícias Agrícolas, Roberto Dumas Damas, economista e professor do INSPER, especializado em economia internacional, explica que a fragilidade do acordo já era conhecida e só se intensificou com a questão do coronavírus.


"Essa fase um foi uma bobagem, um acordo absolutamente frágil para reeleger Trump", acredita o economista. "Financistas, bancos, gostam e sabem administrar risco, mas não sabem administrar incerteza, e não temos a mínima ideia do que vai acontecer".

Fonte: P do A.
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