Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

Bem vindo ao Nortão News, Juara 08 de Abril de 2020
Quem Somos   I   Contato

Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

  INÍCIO  
  NOTÍCIAS  
  EVENTOS  
  VÍDEOS  
  ARTIGOS  
  FAVORITOS  
 Soja
20 de Fevereiro, 2020 - 11:16
Soja recua em Chicago neste dia e mercado volta os olhos para o USDA Outlook Forum.
     

 O mercado da soja opera em baixa nesta quinta-feira (20) na Bolsa de Chicago. Os futuros da oleaginosa, por volta das 7h30 (horário de Brasília), recuavam pouco mais de 2 pontos nos principais contratos, levando o março a US$ 8,94 e o julho a US$ 9,12 por bushel. Os traders ainda buscam uma direção para as cotações no cenário internacional à espera de novas notícias.


A expectativa principal do mercado continua sendo a demanda da China pela soja norte-americana. "A expectativa dos altistas é que, a qualquer momento, o USDA anuncie compras de soja americana pela China", diz Steve Cachia, consultor da AgroCulte e da Cerealpar.


Paralelamente, o coronavírus, a colheita no Brasil e mais fatores geopolíticos mundo a fora também seguem no foco do mercado. "E a maior preocupação do mercado volta a ser uma possível recessão global e a influência sobre a demanda", completa o consultor.


Mais do que isso, as informações que partem do Outlook Forum do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), que se inicia hoje, ganha mais espaço no radar dos traders neste momento. É deste evento que chegam as primeiras perspectivas sobre a nova safra de grãos dos EUA e os números, a depender de sua intensidade, poderiam mexer com o andamento das cotações.


Veja como fechou o mercado nesta quarta-feira:


Poucos negócios novos com a soja brasileira e, quem diria, trajetória de alta do dólar limitando as vendas


Soja em Chicago precisa da confirmação de compras chinesas para voltar a subir


As expectativas e especulações sobre as compras de soja da China nos EUA mantêm o mercado futuro da oleaginosa caminhando de lado, sem oscilações muito agressivas. Nesta quarta-feira (19), os preços encerraram o dia com pequenas altas de 0,50 a 5,25 pontos nos principais vencimentos, depois de testar os dois lados da tabela e de ainda ficarem estáveis, sem variação, durante uma pequena parcela da sessão.


 


Dessa forma, o contrato março fecha o dia com US$ 8,97, o maio com US$ 9,05 e o julho com US$ 9,15 por bushel. O agosto, que já começa a servir de referência para a nova safra dos EUA, ficou em US$ 9,18. "O mercado foi muito técnino hoje em Chicago", diz Vlamir Brandalizze, consultor da Brandalizze Consulting. "Acabou se valorizando um pouco mais o curto prazo", completa.


O mercado espera por novidades concretas sobre a nação asiática demandando soja norte-americana, porém, ainda sem sinal. Fontes que preferiram não se identificar já informaram à agência internacional Bloomberg nesta semana que Pequim está estudando o que e quanto poderiam comprar dos EUA neste final de fevereiro e começo de março.


"E o mercado trabalhando de US$ 9,00 a US$ 9,50 em Chicago é vantagem para os chineses", diz o consultor.


Enquanto isso, no caso da soja, as compras chinesas permanecem concentradas no Brasil e das 3,4 milhões de toneladas já embarcadas em 2020, 70% tem como destino a China.


Para o analista de grãos do Rabobank, Victor Ikeda, os preços da soja deverão registrar uma recuperação gradual ao longo do ano na CBOT e que, já no segundo trimestre, os preços possam voltar a "flertar com algo próximo de US$ 9,50" por bushel. Para que isso aconteça, todavida, é importante que os EUA voltem a vender melhor para a China e de que seus estoques fiquem menores diante desta demanda maior.


MERCADO BRASILEIRO


No mercado nacional, os preços - e os negócios - continuam a manter seu foco sobre o dólar frente ao real. A moeda americana voltou a subir nesta quarta-feira encerrou o dia com R$ 4,365 e alta de 0,17%. Com isso, os indicativos nos portos variam entre R$ 89,00 a R$ 89,50 por saca, testando até mesmo algo acima dos R$ 90,00 a depender do momento e do período de entrega.


Por conta do câmbio, os atuais preços da soja brasileira são mais altos do que no mesmo período de 2019 em cerca de 15%, mesmo ganho que pode ser observado no dólar, ainda como explicou Ikeda em entrevista ao Notícias Agrícolas.


Mais do que isso, o analista do Rabobank reforça ainda que além das exportações fortes, apesar de poderem ser um pouco menores o que as do ano passado, as referências nacionais têm suporte ainda na demanda interna, que é bastante forte, puxada, principalmente, pelo aumento para 12% na mistura obrigatória de óleo de soja no biodiesel. Dessa forma, a projeção é de que o esmagamento brasileiro fique entre 44 e 45 milhões de toneladas.


A questão logística no Brasil este ano é outro ponto de atenção e que poderia, inclusive, mexer com os prêmios no país.


"No Brasil, a colheita mais lenta que 2019 e o excesso de chuvas nas últimas semanas tem atrasado o tempo de embarque nos principais portos do lado sul brasileiro. Entretanto, usando Paranaguá como uma referência, o tempo de espera atual chega a 11 dias por navio, ficando dentro da média dos últimos 5 anos", alerta a consultoria ARC Mercosul.

Fonte: P do A.
* O NortãoNews não se responsabiliza por comentários postados abaixo!
 0 Comentários  |  Comente esta matéria!
 Mais Notícias
07/04/2020
06/04/2020
05/04/2020
03/04/2020
 menos  1   2   3   4   5   6   7   mais 

Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

 Enquete

 Artigos
  INÍCIO  
 
  NOTÍCIAS  
 
  EVENTOS  
 
  VÍDEOS  
 
  ARTIGOS  
 
  FAVORITOS  
© 2020 - Todos direitos reservados