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 Genética.
7 de Outubro, 2020 - 15:05
Genética e a rentabilidade do sistema: como minimizar os custos e maximizar os lucros
     

 Praticamente metade da segunda safra brasileira de milho já está sendo colhida, e a perspectiva da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) é de que a produção na temporada atual (2019/20) chegue a 73,5 milhões de toneladas, 0,5% a mais do que na anterior. Considerando que a produção total de milho deve ser próxima de 100,5 milhões, segundo o mesmo levantamento, chamar essa segunda safra de “safrinha” só se justifica mesmo pelo costume.


Boa parte do aumento de produção – e de produtividade – na cultura do milho no período de inverno deve-se à maior profissionalização dos agricultores e à maior disponibilidade de soluções tecnológicas para o manejo das lavouras e para a gestão do negócio como um todo. “De maneira geral, os produtores de milho safrinha também são sojicultores e estão habituados a lidar com grandes desafios agronômicos. Sem contar que costumam ter mais acesso a conhecimento e trabalhar bem com as informações”, comenta Marcelo Rodacki, gerente de Marketing Cultivos Café e Milho da BASF. “Estão bem preparados para aproveitar as oportunidades.”


Para Rodacki, este é um momento estratégico para processar e analisar os dados colhidos sobre todo o manejo e o desenvolvimento da lavoura, já pensando no planejamento da próxima temporada. “Os agricultores profissionais pensam muito na qualidade e na segurança do que utilizam em seus campos. E é no decorrer da safra que vão conferindo o resultado de todas as melhorias feitas por conta de manejo, genética, adubação e proteção de cultivo”, diz o gerente da BASF, que segue orientando: “Portanto é fundamental avaliar tudo o que aplicou na sua cultura, o que funcionou melhor e colher o máximo de informações para definir as aquisições de insumos para a próxima safra.


No período atual, por exemplo, a janela de plantio se estendeu em algumas regiões, por conta do atraso na colheita da soja. Com isso, as condições para o cultivo podem ser diferentes e pode haver impacto no desenvolvimento das plantas, na formação dos grãos e no balanço da atividade de forma geral. Tal cenário aumenta ainda mais a importância da gestão, do acompanhamento e do manejo das lavouras.


As soluções tecnológicas são, cada vez mais, fortes aliadas dos produtores para reduzir os riscos e aproveitar melhor o potencial das plantas. No que depender da BASF, os agricultores podem contar com um portfólio muito robusto de produtos dedicados à cultura o milho, composto por linhas de fungicidas, inseticidas e herbicidas, com opções para o manejo de plantas daninhas do início ao fim do ciclo. “Estamos permanentemente trabalhando para desenvolver soluções inovadoras, com produtos e novas moléculas que contribuam para que o agricultor tenha a melhor experiência possível. E também a certeza de que pode contar conosco nas safras seguintes”, afirma Rodacki.

Fonte: P do A.
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