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 Financiamento e Crédito
31 de Dezembro, 2020 - 15:28
MT: agricultores financiaram 83% dos custos da safra 20/21 de soja, revela Imea
     

 Uso de recurso próprio para cobrir as despesas de produção do grão atingiu o menor patamar da história no estado; queda da taxa Selic foi um dos motivos.  Mais de R$ 24,81 bilhões. Este é o valor estimado para cobrir o custeio da atual safra de soja em Mato Grosso. O montante é 10% superior ao contabilizado no último ciclo (R$ 22,51 bi) que até então era o maior já registrado no estado. Para cobrir o investimento recorde, os agricultores ampliaram a busca por empréstimos.


De acordo com o Imea, o uso de capital próprio foi o menor de todos os tempos no estado. Custeou apenas 17% das despesas. Volume inferior aos 19% da última safra e bem menor que os 40% registrados na temporada 2015/16. “Geralmente a gente atribui isso à descapitalização do produtor, mas a gente não pode dizer que esse é o caso deste ano. Mas sim, dessa taxa Selic a nível baixo de 2% ao ano, que fez com que o produtor buscasse um dinheiro mais barato em terceiros. É melhor utilizar um dinheiro de terceiro, que está com custo menor, do que o próprio para custear a safra desse ano, e foi o que aconteceu”, explica Marcel Durigon, responsável pela soja no Imea.


Entre as fontes de financiamento, destaque para as multinacionais. Com uma relação de troca mais atrativa para o produtor, a participação das tradings saltou de 28% para 35% do total. “Isso se deu porque lá atrás, em 2019, quando a gente teve a quebra de safra nos Estados Unidos e teve a redução da área cultivada lá por alguns problemas climáticos, isso fez com que aumentasse a oferta de fertilizantes – por exemplo – no mundo todo. Então, os fertilizantes lá em 2019 reduziram de preço, a relação de troca aqui no Brasil – em Mato Grosso principalmente – ficou atrativa para o produtor.


E quem estava preparado na época para negociar com o produtor esse insumo eram as tradings e multinacionais. Então, por isso, que muito cedo o produtor começou a fechar insumos para a safra 2020/21 lá no meio e no final de 2019, fazendo com que as multinacionais aumentassem o share de financiamento do produtor”, aponta Durigon.


Além das multinacionais, os agricultores também buscaram empréstimos em outras fontes. A participação do sistema financeiro recuou de 25% para 24% e a das revendas, encolheu de 19% para 13%. Já os financiamentos via bancos com recursos oficiais, saltaram de 9% para 11% do total.

Fonte: P do A.
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