RACHA NO PL

WF minimiza crítica de prefeitos: “Tem que ouvir e ter paciência”

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O candidato ao Governo, Wellington Fagundes (PL), afirmou que usará o diálogo para lidar com os prefeitos do PL que fizeram críticas à aliança com o MDB e que decidiram não apoiá-lo.

“Eu aprendi assim na vida, tem que ouvir e ter paciência. Vou ter paciência para dialogar, conversar muito e buscar o melhor caminho”, disse durante a convenção do MDB na última terça-feira (4).

A missão, entretanto, é difícil. Em julho, três prefeitos do partido já haviam anunciado que não apoiariam sua candidatura: Sérgio Machnic, de Primavera do Leste, Cláudio Ferreira, de Rondonópolis, e Edilson Piaia, de Campo Novo do Parecis.

Nesta semana, após o anúncio de composição com o MDB e com a deputada Janaina Riva oficializada para ser o segundo nome da chapa na disputa ao Senado, os prefeitos de Cuiabá, Abilio Brunini, e de Várzea Grande, Flávia Moretti, elevaram o tom das críticas.

Wellington disse ainda que trabalhará para unir todos do partido, principalmente por uma “causa maior”, que é a eleição do senador Flávio Bolsonaro (PL) para a presidência da República.

“Tudo é com calma, tudo é com cautela. Vai ser uma campanha alegre, feliz e do abraço, por isso eu tenho certeza que o PL vai estar unido, principalmente no projeto Flávio Bolsonaro. E aí vamos conquistar a todos”, afirmou.

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Na última segunda-feira (3), Abilio, o pré-candidato ao Senado José Medeiros (PL), e o seu suplente na chapa, o empresário Odilio Balbinotti, viajaram à Brasília para se reunirem com o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto.

Como já noticiado, Valdemar concedeu a permissão de neutralidade a prefeitos, mas impediu que o grupo apoie o candidato rival, o governador Otaviano Pivetta (Republicanos), pois isso iria expor a sigla.

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