DERROTA NAS URNAS

Natasha reconhece vitória de Pivetta, mas critica peso da máquina pública

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A candidata derrotada ao Governo de Mato Grosso, Natasha Slhessarenko (PSD), avaliou positivamente sua participação nas eleições deste domingo (04.10), após a consolidação da vitória do governador Otaviano Pivetta (Republicanos). Apesar de reconhecer o resultado das urnas, Natasha apontou a dificuldade de enfrentar adversários com mais de 30 anos de trajetória política e que, segundo ela, contaram com a estrutura da máquina pública durante a disputa.

Em entrevista após a definição do cenário eleitoral, a candidata agradeceu aos eleitores que confiaram em sua proposta e destacou o desempenho alcançado em municípios da região do Vale do Rio Cuiabá, onde afirmou ter conquistado a primeira ou a segunda colocação.

“Avalio de maneira positiva. Quero agradecer a todos aqueles que acreditaram em mim, que confiaram que era possível fazer um Mato Grosso diferente, que era possível a gente transformar Mato Grosso”, declarou.

Natasha também afirmou acreditar que tenha alcançado a maior votação já registrada por uma mulher na disputa pelo Governo de Mato Grosso, embora não tenha apresentado números históricos para sustentar a avaliação.

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Ao comentar a derrota, a candidata fez referência ao peso político dos adversários e à utilização da estrutura pública na campanha, mas ressaltou que respeita a decisão dos eleitores.

“Sei que era muito difícil ganhar de dois políticos que estão aí há mais de 30 anos no poder, com a máquina pública por trás, mas a vontade do povo é soberana e a gente deve respeitar”, afirmou.

Mesmo com as críticas, Natasha afastou qualquer questionamento sobre a legitimidade do processo eleitoral. A candidata declarou confiar no sistema eletrônico de votação e sinalizou disposição para apoiar a próxima gestão estadual.

“Confio na lisura e na integridade das urnas, confio no resultado e estou aqui para apoiar o próximo governo, que o governo realmente faça um Mato Grosso diferente, um Mato Grosso que cuide de gente, um Mato Grosso que não deixe ninguém para trás, um Mato Grosso mais humano”, concluiu.

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